Sobre o Airdrop Radar
Este site responde a uma pergunta: dá para usar uma determinada plataforma cripto de onde você mora. A resposta vem da lista publicada pela própria plataforma, lida por nós e datada na página, porque quase nenhuma delas data as próprias mudanças. Nosso monitor fez a primeira leitura em 30 de agosto de 2026; a releitura agendada ainda não está rodando, e cada página diz quantas leituras a sustentam.
O que publicamos
Três coisas — e nada que seja reescrita da descrição de um parceiro.
- Uma leitura datada por plataforma: o que a lista dela nomeia, e o que não nomeia.
- Uma página de país para cada código ISO, repetindo essa leitura: este airdrop alcança esse país, e quais airdrops dá para farmar de lá.
- Um changelog datado de cada mudança que observamos nessas listas.
- Guias que explicam a mecânica por trás disso.
Quem responde por isto
Nomeado com honestidade, não com lisonja.
- O data desk do Airdrop Radar faz e reconfere cada leitura, e é o autor e revisor nomeado nos dados estruturados de cada página.
- Ainda não há assinatura individual. Uma pessoa nomeada é um sinal mais forte, e inventar uma seria pior do que não ter nenhuma — então aqui está escrito «desk» até que se possa dizer um nome com honestidade.
- Ainda não há pessoa jurídica registrada para nomear. Quando houver, ela vai para o rodapé, porque o único concorrente que mostra a sua é o que passa imagem de responsável.
O que não faremos
Cada item é algo que o nicho faz e que decidimos não fazer — não algo que ainda não deu tempo.
- Não publicamos rota para jurisdição sancionada e não escrevemos passo a passo para contornar regra de ninguém. Esses dois valem seja qual for a ferramenta do leitor. Todo o resto nós contamos, datado, e deixamos com você.
- Não movemos uma data de atualização sem verificar de novo o fato por trás dela.
- Não inventamos listagens de airdrops. Uma página de país só existe para uma plataforma que lemos de verdade, e só repete essa leitura.