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Países restritos do airdrop
Os venues publicam quem não aceitam. Quase nenhum data essa página. Abrimos, anotamos os países nomeados e datamos a leitura. “Não está na lista” é ausência datada de uma proibição, não permissão. O KYC ainda pode recusar.
Como se faz uma leitura
- Abrir o documento de restrições do próprio venue — não um tracker.
- Anotar os países ISO nomeados. Subdivisões ficam circunscritas; não alargamos ao país inteiro.
- Datar. Um reskin que não mexe no conjunto de países não é uma mudança.
- O clique segue excepto CU, IR, KP e SY. A lista continua a ser deles.
As leituras vivem aqui
O que isto não é
- Não um mapa dos melhores países para farmar.
- Não um tutorial de VPN. Um proxy muda o que um site vê, não o que o venue permite.
- Não um catálogo de todos os airdrops.
Perguntas
O que são países restritos de um airdrop?
Os que o venue nomeia na própria página de restrições. Lemos essa página e datamos. O país do clique é conferido na borda.
Se o meu país não aparece, posso farmar?
Significa que a página deles não o nomeou no dia em que lemos. Não é permissão. O venue decide, em geral no KYC.
Listam todos os airdrops?
Não. Só há página de país para um venue que lemos de facto.
Um proxy muda a lista deles?
Não. Pode mudar o que um site vê. Não reescreve os termos. Não escrevemos um passo a passo para os contornar.
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